A Descoberta que Salva Vidas

No mês que a Revista EmDiabetes muda seu formato, começa também uma série com momentos, datas e fatos importantes dos 100 anos da descoberta da insulina.

Juliana Lessa levanta alguns pontos nesse primeiro conteúdo sobre o tema.

2021

  • Um sensor do tamanho de uma moeda. A glicemia na tela do celular em segundos, basta encostar a câmera no sensor.
  • Uma agulha de 4mm faz a ponte com a caneta para aplicação de insulina.
  • As doses são determinadas individualmente pelos médicos para cada um dos seus pacientes. 
  • A qualidade de vida medida e melhorada com o auxílio da tecnologia.
  • O diabetes aliado à saúde. 

1921

  • Jovens que perdiam peso – e a vida – sem qualquer explicação.
  • Até que, depois de alguns anos e muitas horas de estudos e pesquisas, médicos dedicados descobriram que a urina adocicada dava os sinais de uma doença, até então, absolutamente fatal. 
  • O pâncreas era o vilão. 
  • O tratamento, inanição.

Mas médicos não param até que haja uma forma de resolver um problema.

E, por insistência e crença na ciência, chegaram à solução: descobriram que o ‘remédio’ viria de onde o problema surgia. O extrato do pâncreas dos animais traria, senão a cura, a possibilidade de sobrevivência.

Há 100 anos, a medicina revolucionava o mundo com a descoberta da insulina. 

Frederick Banting e Charles Best partiram de uma situação onde a alternativa era uma dieta restritiva que postergava por no máximo seis meses a vida daqueles que recebiam o diagnóstico de diabetes mellitus para a única possibilidade que, desde 1922, vem salvando vidas.

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