Viajando com Segurança: sobre insulinas e atestado

Vai viajar?

Antes de terminar de arrumar a mala, dá uma olhada aqui nestas dicas que preparamos para vocês:

  • Temos que considerar que comprar insulina ou algum dos insumos fora do país pode ser uma tarefa difícil. Na maioria dos casos, é preciso prescrição de um médico local, o que pode acabar sendo complicado e caro.
  • Recomendamos que o seu atestado médico seja digitado, e não escrito à mão. A letra de médico, muitas vezes incompreensível, pode ser um empecilho e acabar invalidando a sua prescrição se as autoridades do aeroporto não conseguirem compreender o que está escrito.
  • Para deixar tudo ainda mais claro, vale incluir no atestado a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID – International Statistical Classification of Diseases and Related Health Problems). O CID é um código internacional de classificação de doenças. Seu médico pode te auxiliar neste quesito e, de qualquer modo, através do site (http://www.cid10.com.br/code) é possível obter o referido código, realizando uma busca pelo nome da doença.
  • A insulina deve ser transportada a bordo. A bolsa térmica ou o isopor deve ser alocado embaixo do assento ou no seu colo. Se o voo tiver uma duração muito grande, você pode solicitar aos comissários que coloquem sua insulina na geladeira da aeronave.

Pronto, com tudo organizado e a segurança garantida, é só focar na diversão!