Campanha: Movimento para Sobreviver

Para iniciar uma reflexão sobre os cuidados necessários com os idosos com diabetes e as doenças cardiovasculares, foi lançado o Movimento para Sobreviver, no Cristo Redentor. O ambiente foi incrível mesmo com o frio que estava fazendo no alto do Corcovado. Diversas entidades, imprensa e influenciadores digitais estiveram aos pés do Cristo para acompanhar o lançamento, que teve como ponto alto uma projeção que fez o coração Dele pulsar. Acompanhamos e transmitimos o evento, em tempo real, nas nossas mídias sociais. (fotos Celso Pupo)

 

A Sociedade Brasileira de Diabetes integra o movimento, ao lado das ONGs Associação Diabetes Brasil (ADJ), Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (ANAD), Instituto Lado a Lado Pela Vida, Rede Brasil AVC, Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e as farmacêuticas Boehringer Ingelheim e Eli Lilly do Brasil.

O que desencadeou a ideia foi o estudo publicado no The British Journal of Diabetes & Vascular Disease, que demonstra que 80% das mortes de idosos, a partir dos 60 anos com diabetes no Brasil, estão relacionadas a cardiopatias. Ainda, de acordo com a International Diabetes Federation, pessoas na mesma faixa etária e com diabetes tipo 2 tem um risco de três a quatro vezes maior de morrer de doenças cardiovasculares.

Fica claro que é necessário, além das medicações corretas – já que o diabetes é uma doença silenciosa e sintomas tardios -, informação. É preciso atenção aos idosos e aos seus familiares, cuidadores, etc.

Por isso que durante o evento, entrevistamos especialistas e teremos duas reportagens especiais sobre o tema na nossa edição de agosto. Além de informar sobre as principais necessidades passaremos dicas do que é importante observar nos idosos e o que podemos fazer para auxiliar.

Não percam.

4 thoughts on “Campanha: Movimento para Sobreviver

  1. Boa tarde, acho válido e torço para que mais instituições pense em soluções, para ajudar os diabéticos, parabéns pela iniciativa e muitíssimo obrigado pela atenção e ajuda.

  2. Só quem convive com diabéticos idosos, cardíacos, de difícil controle glicêmico sabe a importância de novos tratamentos.

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